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5 museus imperdíveis em Nova York

27/06/2019

Arte contemporânea, arte clássica, história natural, fotografia... Os mais de 700 museus nova-iorquinos são grandes atrações da cidade considerada a "capital do mundo".  Conheça 5 que selecionamos para este verão. 

 

Brant Foundation Art Study Center

Da nova leva de museus privados em Nova York, a The Brant Foundation se destaca com a nova unidade no East Village inaugurada em 2019 com uma mostra dos trabalhos de Jean-Michel Basquiat. A galeria-museus está localizada na 421 East 6th Street, ocupando um edifício centenário projetado originalmente como uma subestação de energia. O prédio serviu como residência e estúdio do famoso artista Walter De Maria de meados da década de 1980 até sua morte em 2013. Richard Gluckman, do escritório Gluckman Tang Architects, renovou a antiga subestação para criar um prédio de 16 mil metros quadrados de com 7 mil metros de espaço de exposição em quatro andares. O projeito também inclui dois novos jardins um rooftop. The Brant Foundation oferece uma infinidade de programas e eventos em andamento com o objetivo de aprimorar e enriquecer a experiência do público com a arte contemporânea. Mais informações aqui

 

American Museum of Natural History

Primeiro lugar que vem à cabeça quando o assunto é a história da Terra, o Museu Americano de História Natural é um dos maiores e mais completos museus do mundo. Fica localizado bem ao lado do Central Park, abrange quatro quarteirões e conta com quatro pisos repletos de coleções que recriam a trajetória da vida no planeta através de uma vasta coleção de fósseis - como o famosíssimo Tiranossauro Rex, um dos ícones do museu - , animais taxidermizados, representações das tribos nativas americanas e um salão inteiro dedicado à vida marinha, incluindo um modelo em tamanho real de uma gigantesca baleia azul. O Museu também possui diversas exibições interativas, como a que acontece no Rose Center, que destaca a formação da Terra e do Espaço com rochas, meteoritos e pedaços reais da lua retirados na Missão Apollo 1.  Mais informações aqui.

Museu Americano de História Natural

International Center of Photography

Fundado em 1947 pelo fotógrafo húngaro Cornell Capa, o ICP é um museu focado em exposições fotográficas de cunho social e político. Mesmo assim, já expôs trabalhos de temas diversos, como viagens - uma das exposições mais visitadas foi sobre o cotidiano da Índia, do fotógrafo da National Geographic Steve McCurry, autor da famosa imagem da menina afegã de olhos verdes. Já a expo “Generation Wealth”, da fotógrafa e documentarista Lauren Greenfield, argumentou sobre status e lifestyle das celebridades dos Estados Unidos e do mundo. A galeria proporciona um espaço tranquilo e contemplativo em meio ao movimentado centro de Nova York. Mais informações aqui.

O New Museum, na rua The Bowery

New Museum

O New Museum chama a atenção pela sua diferente estrutura, simulando blocos brancos empilhados em desordem, que foi projetada pelos arquitetos japoneses Kazuyo Sejima e Nishizawa, recebendo o prêmio Pritzker de Arquitetura em 2010 e nomeada uma das “50 empresas mais inovadoras do mundo” pela Fast Company em 2016. Localizado na rua The Bowery, sul de Manhattan, o museu tende a patrocinar artistas menos conhecidos e foca na exibição de obras modernas. Exposições recentes contaram com obras da pintora australiana Helen Johnson e do cientista Kahlil Joseph. Mais informações aqui

 

Jewish Museum

O Museu Judaico é um dos mais antigos do gênero do mundo e o primeiro museu a abordar a arte e a cultura judaica para pessoas de todas as origens nos Estados Unidos. São mais de 30.000 obras de arte, objetos cerimoniais e de mídia que refletem a trajetória dos judeus ao longo de quatro mil anos, incluídas em algumas das exposições consideradas as mais importantes dos séculos 20 e 21, exibindo objetos arqueológicos, obras famosas de artistas como o russo Marc Chagall, o cineasta norte-americano Man Ray, além de projetos dinâmicos - o local propõe programas de educação através de palestras, workshops e apresentações para toda a família. A proposta é representar a diversidade das raízes judaicas, abrindo espaço para o diálogo intercultural. Mais informações aqui.

 

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